Por que São Paulo não tem concorrente no fornecimento de energia?
Uma pergunta simples com resposta complexa. O que está por trás do monopólio energético na maior cidade do Brasil — e o que isso tem a ver com o…
Longe do barulho. Perto do que importa.
O que essa trajetória me ensinou sobre cidade — e sobre o que faz um lugar valer a pena. Da Zona Norte aos Jardins, do Estado aos grandes projetos, até o mercado de alto padrão.
Ler a matéria →A cidade, a moradia e o imaterial · toda terça
No arO que essa trajetória me ensinou sobre cidade — e sobre o que faz um lugar valer a pena.
Um edifício deteriorado na esquina de uma das ruas mais caras de SP — e o conflito entre proprietários, arquitetos e quem ocupa o espaço.
O que a cenógrafa de Beyoncé e U2 tem a dizer sobre espaço, identidade e o outro — e o que isso tem a ver com morar bem.
Pinheiros, Itaim e Jardins têm décadas e seguem desejados. O que a urbanidade consolidada tem que os novos eixos ainda não replicaram.
Do Saint Honoré ao Bretagne — por que um arquiteto dos anos 1950 fala tão alto hoje.
A escassez de terrenos bem localizados faz o mercado redescobrir o estoque existente. O que isso significa para quem compra e vende.
O que a arquitetura efêmera dos estandes me ensinou sobre imaginar o que ainda não existe — e por que isso vale também para a casa onde você mora.
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Uma leitura sobre a formação da cidade, seus bairros e as decisões urbanísticas que definiram onde vale a pena morar — e por quê.
A Câmara aprovou o PL 378/2025 — vagas de carro viram canteiros arborizados. O que isso significa para a qualidade dos bairros e quem caminha até o…
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Um post pessoal de fechamento de ano — sua visão de cidade, o que o mestrado está revelando e para onde você está caminhando. Conexão humana, não…
Festas, mercados, cotidiano brasileiro. Djanira pintou a vida simples com dignidade e cor — uma obra que fala diretamente sobre habitar e pertencer.
Um balanço urbano do ano: obras entregues, projetos aprovados, bairros que mudaram e o que ainda falta para a cidade ser mais habitável para todo…
— A expressão viralizou no final de 2025 e nomeou um incômodo que muita gente sentia sem conseguir dizer. O que aconteceu com os interiores que…
Um olhar analítico sobre o que o mercado de 2026 ensina para as decisões de 2027. Sem achismo, sem euforia — só leitura de tendência.
O mundo, o futuro e amenidades · todo sábado
Cientistas adolescentes premiados lá fora, energia limpa achando o mercado, o design nacional em alta — e uma cadeira feita para não fazer nada.
Mais três ou quatro coisas que me fizeram parar para pensar na semana. Puxe uma cadeira.
Um objeto de design, uma exposição, um livro, um disco, um café que faz a tarde render.
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Não publico catálogo. Seleciono endereços nos bairros que ainda fazem sentido para morar bem.
Sou associado à Coelho da Fonseca — 50 anos de estrutura e especialização no alto padrão de São Paulo. A essa solidez eu somo a minha leitura: o entendimento do espaço, do entorno, da rua, do bairro e da política urbana que define o valor de cada endereço. Vender, comprar ou avaliar começa com uma conversa — comigo, pessoalmente.
Uma equipe que vive o alto padrão há décadas e conduz cada etapa com método, repertório e discrição.
Com gestão profissional, a marca Coelho da Fonseca alcança o comprador certo e dá respaldo a cada negociação.
Estrutura jurídica e processos consolidados em 50 anos — do primeiro contato ao fechamento, sem sustos.
Cada imóvel conduzido com dedicação e estratégia próprias: atenção total, do anúncio ao fechamento.
Comecei na Secretaria de Habitação de São Paulo — instalada no Edifício Martinelli, o primeiro arranha-céu da cidade. Aprendi cedo que o valor de um lugar é decidido anos antes, na política pública que define o que aquele entorno será.
Depois vieram mais de cem projetos de espaços construídos: lojas conceito para marcas globais, exposições sensoriais, cenografias e estruturas para grandes eventos — incluindo os Jogos Pan-Americanos de Lima. O espaço, aprendi, é linguagem: comunica antes de qualquer palavra.
Hoje vivo em Santana e sou associado à Coelho da Fonseca, acompanhando o mercado de alto padrão nos bairros que preservam o que considero essencial para morar bem — calçada que funciona, árvore na rua, comércio e serviços a pé e identidade construída ao longo do tempo.
Política pública, pesquisa na FGV e leitura de cidade — entender o que faz um endereço valer a pena.
Vinte anos transformando ambientes físicos. Materialidade, escala, luz e propósito — na prática.
Os mesmos dois olhares dão nome aos cadernos — e orientam cada conversa sobre um imóvel.
É o olhar de perto. Vinte anos materializando ideias em cenografia me deram atenção ao detalhe — ao instante em que um projeto deixa de ser desenho e vira matéria, textura, luz. Aplico isso à escolha do imóvel, ao design, ao retrofit que revela o potencial de um bom endereço. Mas morar bem não é só o que se vê: é o bairro, a legislação que o molda, o valor que ele guarda — e, acima de tudo, o imaterial, aquilo que faz quatro paredes virarem um lugar para viver. A cidade, a moradia e o que não cabe na planta.
IMÓVEL · DESIGN · BAIRRO · VALOR · O IMATERIALÉ o mundo visto da varanda — o que está longe e, mesmo assim, chega até nós. As ideias que vêm de fora, a tecnologia que muda o jeito de viver, o futuro que já bate à porta. E também as amenidades: as coisas boas e leves que tornam o dia melhor. Um olhar mais largo e mais solar, virado para o que vem por aí — com otimismo, mas de olhos bem abertos..
MUNDO · FUTURO · TECNOLOGIA · AMENIDADESBastidores, imóveis e o olhar sobre a cidade — o feed que acompanha os cadernos.
@mar.si.ca.noComprar, vender ou só entender melhor um bairro. Me chame no canal que preferir — eu respondo pessoalmente.